Publicado por: Bernardo Annechino | 17/04/2013

Me ajude a ganhar um Workshop com o Claude Troigros!

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Me ajude a ser um dos vencedores! Vote - Bernardo Annechino

Me ajude a ser um dos vencedores! Vote – Bernardo Annechino

Depois desse curso, tenho certeza que minhas receitas vão ganhar em qualidade e quem vai sair ganhando é você, caro leitor. Conto com a sua ajuda. Não leva nem 2 minutinhos…

Publicado por: Bernardo Annechino | 09/07/2012

Por minha conta: Salada de repolho roxo com maçã

Salada de repolho roxo com maçã
Crocante, rápida, picante e perfeita para acompanhar carne de porco

Projeto de fim de semana: festa junina com a pequena e todos os pais, comidinhas típicas, dança e fotos. A chuva estragou tudo, e agora me encontrava em casa, sem nada na geladeira e prestes a receber meus pais e meus sogros para o almoço. Já era avançada a hora da manhã e não havia muito tempo pra elaborações ou longos cozimentos. Optei por um arroz com alho poró e presunto de parma para acompanhar uma picanha suína de forno. Precisava agora de uma salada, e lembrei das combinações clássicas com porco, como o repolho e a maçã. Veio a idéia dessa saladinha super simples que ecoaria ainda os temperos orientais que usei para fazer o molho da carne de porco.

Ando numa mania de usar Sriracha (molho de pimenta oriental) em tudo, e parti dele para a combinação dos outros ingredientes para fazer um vinagrete que pudesse tornar a salada ainda mais vibrante. O ardido é forte, portanto, se você não é um grande fã de comida apimentada, pegue leve. O componente de acidez tinha que ter personalidade para se perder na mistura com os demais temperos e queria ainda um nota doce que desse com contraste com a maçã ácida. Optei pelo vinagre balsâmico ao invés do vinagre de arroz, mais delicado, que seria a escolha natural para os sabores orientais. O resultado foi além das minhas expectativas, e não sobrou nem pra marmita de segunda.

Salada de repolho roxo com maçã e vinagrete oriental
serve 6 pessoas

Ingredientes
1/2 cabeça de repolho roxo
2 maçãs verdes
1 xc azeite
2 clSP viagre balsâmico
1 clSP mel
1 clSP shoyu
1/2 clSP de molho Sriracha
1 clc raspa de limão
sal a gosto

Preparo
1. retire o centro duro do repolho e corte em tirinhas bem finas
2. descarte o centro das maçãs e corte em cubos de 1/2 cm sem descascar
3. misture os dois ingredientes acima num bowl grande e reserve
4. prepare o vinagrete misturando todos os ingredientes e prove o sal, corrigindo se necessário
5. adicione o vinagrete aos vegetais e misture com as pontas dos dedos
6. sirva imediatamente para não perder a crocância

Toque de Aprendiz:
Quem não tiver Sriracha a mão pode subitituir por tabasco e usar um pouco mais de vinagre para trazer uma nota de acidez que a Sriracha tem além do ardido. Adicionar passas também não seria uma má ideia.

Publicado por: Bernardo Annechino | 13/06/2012

Por minha conta: Risotto de Brie e Morangos (especial namorados)

Risotto de Brie e Morangos
Especial dos Namorados (ou Dia do Cozido, lá em casa) 

Ontem foi aquele dia especial, dia 12 de junho. Muita gente chama de Dia dos Namorados, mas lá em casa recebeu uma outra alcunha divertida e com um significado que reflete muito do meu relacionamento com a Patroa: chama-se Dia do Cozido. Nosso relacionamento começou numa 6ªfeira, 09 de junho, praticamente véspera dessa data mágica. Acontece que no dia 12 de junho, então uma 2ªfeira, era o dia que costumava jantar com minha mãe e a Vó Tatá. Resolvi fazer uma surpresa pra eles e avisei maliciosamente que teríamos uma companhia para o jantar, sem dar mais detalhes. Sem saber exatamente quem era, Vó Tatá resolveu impressionar, e totalmente desprovida de habilidades culinárias resolveu apelar para os conhecimentos de sua velha escudeira e “dona” da cozinha, a Nilza, que na mesma hora se dispôs a preparar aquele cozidão do jeitinho que só ela sabia fazer. Carnes e embutidos de qualidade, legumes fresquinhos e aquele caldo riquíssimo que ainda servia de base para o delcioso pirão. Hmmmm…

Mas tinha uma pegadinha. A Patroa seria apresentada naquele dia à minha família, que de nada sabia sobre o início do nosso relacionamento. Chegamos, e ela cheia de cerimônias, cheia de nove horas. Apresentações feitas, aquele papinho m0rno, ameno, e eis que é servido o jantar. Vó Tatá, toda orgulhosa, anuncia, cozido. Nesse momento reparo uma pequena gota de suor encabuladamente escorrendo pelo canto da testa da Patroa. Mas vamos que vamos, eu estava faminto. Como visita, e ainda mais naquela situação em que abraçava o netinho e filinho querido (euzinho) ela estava no pedestal da casa, sendo servida primeiro de uma farta porção, generosa em todos os ingredientes. O papo continuou fluindo na mesa, eu devorando meu cozido, e a Patroa conversando. Uma roída tímida numa espiga de milho, um pedacinho acanhado de paio. E mais papo. Um repolho sendo escondido debaixo do talher, uma abóbora amassada e descartada ao canto do prato… Percebi algo estranho ali.

Vó Tatá, sem nenhuma maldade perguntou: “Você não gostou do cozido minha filha?”
“Na verdade, querida, tô meio sem fome”, respondeu visivelmente constrangida a Patroa.

Ela O-DI-A-VA cozido, como me confessou momentos depois, já a sós no elevador. Caímos na gargalhada. Menos de um ano depois, trocávamos alianças do altar. Hoje, faz de 6 anos daquele despretensioso dia em que não conquistei minha mulher pelo estômago, mas pelo bom humor, marca do nosso relacionamento até hoje. O nome ficou, Dia do Cozido, e a cada dia 12 de junho tentamos comemorar com uma refeição maravilhosa. É minha forma de me redimir daquela noite tragicômica. Ontem o menu foi escalope de foie gras com risotto de brie e morangos. Essa é a receita que divido com vocês agora.

Risotto de Brie e Morangos
Serve 2 pessoas

Ingredientes
– 1/2 cebola roxa picadinha
– 1 dente de alho picados
– 3 clSP manteiga
– 1 xc arroz arbóreo
– 4 morangos grandes picados
– 1/2 xc queijo brie sem casca
– 1/4 xc queijo parmesão ralado
– 1 1/2 xc caldo de legumes
– 1/2 tc vinho do porto
– aceto balsâmico para regar
– tomilho fresco para guarnecer
– sal e pimenta do reino a gosto

Preparo
1. em uma clSP de manteiga, refogue o alho e a cebola em fogo médio alto até exalarem seu aroma, temperando com sal e pimenta;
2. acrescente o arroz e refogue por mais 5 min;
3. aumente o fogo para alto, acrescente o vinho e deixe todo o álcool evaporar;
4. reduza para fogo médio e vá acrescentando o caldo aos poucos, mexendo sempre, até o arroz ficar al dente;
5. some o queijo brie e metade dos morangos e mexa para incorporar bem até que todo o queijo esteja derretido;
6. apague o fogo, some o queijo parmesão, o restante da manteiga, o restante do morango, mexa rapidamente e tampe a panela;
7. prove e corrija o sal, se necessário, dê uma última mexida, distribua o risotto em dois pratos, regue com um fio de balsâmico e salpique com folhas de tomilho fresco.

Toque de Aprendiz:
Outra opção que pode dar ainda mais requinte e profundidade de sabor, é reduzir uma xícara de vinagre balsâmico com 1 clc de açucar em fogo brando até a metade do volume, formando uma espécie de caramelo para regar em fio sobre o risotto. 

Publicado por: Bernardo Annechino | 13/10/2011

Menu Degustação: Podcast The Minimalist by NYT

Podcast The Minimalist by NYT
Basicamente quero fazer todas as receitas dele

De tempos em tempos fico fuxicando a internet atrás de um novo programa, de uma nova coleção de vídeos de receitas, de novas dicas… Enfim, qualquer coisa pra me ajudar a matar o tempo na ponte aérea, gastronomicamente falando, é claro. Foi numa dessas pesquisas que dei de cara com um podcast simplesmente sensacional produzido 100% em vídeo pelo jornal The New York Times. Divertido, rápido, simples e direto, filmado de forma absolutamente descontraída mas com receitas que aparentam ser deliciosas, e me obrigaram a favoritar várias.

O podcast chama-se NYT’s The Minimalist e está disponível totalmente DIGRÁTIS na loja do iTunes americana. Basta assinar ao podcast e praticamente a cada quinzena tem um vídeo novo pra degustar. Eu fiquei viciado.

Publicado por: Bernardo Annechino | 10/10/2011

Por minha conta: Boston Baked Beans (ou feijões caramelados)

Boston Baked Beans (ou feijões caramelados)
O dia em que abusei completamente da licença poética pra criar um prato

Adoro Boston Baked Beans, aquela versão americana de feijões condimentados e ligeiramente adocicados que costumavam alimentar até a alma dos cowboys que desbravaram o oeste. Adoro improvisar receitas, misturar os ingredientes que tenho a mão em casa e criar uma versão nova para um prato. Mas dessa vez fui longe demais na adaptação e não sei nem se o prato pode ser reconhecido ou chamado pelo seu nome original. Foi a minha inspiração é verdade, então mantive o nome apenas para propósitos de identificação com o que queria fazer. Na falta do melado de cana da receita original, usei mel. Na falta de tempo para aguardar o forno fazer a sua parte, usei o cooktop mesmo. Na impossibilidade de usar toucinho, fui de linguiça chorizo. E acabei com uma versão deliciosa de um feijão branco apimentado, reconfortante e levemente adocicado para uma noite fria (desse inverno carioca atípico). Talvez o mais justo seja batizar de Barra Baked Beans.

Para não deixar os puristas de cabelo em pé, faço questão de publicar aqui também um vídeo com a receita original, pilotada pelo divertidíssimo Chef John (uma celebridade entre os foodies americanos e unanimidade na internet). Antes, a minha versão adaptada, com toda a licensa poética que você puder me conceder.

Barra Baked Beans
Serve 4 pessoas

Ingredientes
– 2 latas feijões brancos
– 1 clSP de pimenta chili em pó
– 1 clc cuminho em pó
– 1 fl louro
– 1 dente alho
– 1/2 cebola picada grossa
– 1 xc de linguiça chorizo em cubos
– 1/2 lata tomate pelado
– 1/2 xc mel
– 1/2 xc caldo de legumes
– sal e pimenta a gosto

Preparo
1. Aqueça uma penela grande e refogue os cubos de linguiça sobre fogo médio, até que começem a criar uma “casquinha” na superfície;
2. Nesse ponto acrescente as cebolas, o alho e o louro e deixe refogar por 5 min, somando em seguida os feijões escorridos e lavados, e todos os temperos;
3. Continue refogando sobre fogo médio até o feijões adquirirem um tom dourado e some o mel, mexendo rapidamente para incorporar;
4. Reduza o fogo, acrescente os tomates, sal e pimenta do reino, e metade do caldo de legumes, tampe a penela e cozinhe por cerca de 30min;
5. Prove o sal e corrija se necessário, verificando também se há necessidade de acrescentar mais caldo, caso esteja seco;
6. Coznhe com a panela destampada por mais 10 min e sirva em seguida.

Toque de Aprendiz:
uma versão mais autêntica 

Publicado por: Bernardo Annechino | 17/08/2011

Por minha conta: Pizza doce caseira

Pizza doce caseira
Um café da manhã rápido e delicioso que fica bom a qualquer hora

Esses dias finalmente um dos meus desejos foi realizado: tenho um mercado a distância de 2 min de caminhada da minha casa. Isso significa visitas quase diárias para escolher o menu da casa. Tem coisa melhor? Logo na minha primeira visita dei de cara com uma fresquíssima e linda caixinha de framboesas. Estavam numa cor extremamente atraentes, e algo que é raro de se encontrar em framboesas de mercado, estavam intactas. Não sabia exatamente o que fazer com elas, mas apelas senti uma força cósmica direcionando minhas mãos a elas e logo em seguida ao caixa. Estavam na sacola a caminho de casa.

Chegando em casa, como já estava um pouco tarde para um simples café da manhã e tinha uns pães árabes lá dando sopa, resolvi preparar um pequeno rodízio de pizzas caseiras pra Patroa. Tudo bem simples e com o que tinha na geladeira. Um pouco de molho de tomate, uns queijos, presunto… E as framboesas olhando pra mim. Foi aí que tive um estalo. Porque não tentar uma pizza doce usando essas delícias? Cata daqui, cata de lá e descolei mais alguns outros ingredientes que podiam dar liga. Um creme de ricota, um pouco de vinho branco, açucar e fui gostando das combinações. Depois de preparada, assada e devidamente provada, pela Patroa, veio o teste final. Dudinha, do alto do seu 1 ano e meio de vida, assistindo-nos virar os olhos a cada mordida, abriu a boca o máximo que conseguiu e deu a ordem: “Qué”. Como negar? Tirei um pedacinho, ofereci e em resposta recebi um delicioso e largo sorriso seguido por outra ordem: “Ais” ou seja, mais. Ela repetiu e adorou. Já tinha o veredito. Receita incorporada ao meu arsenal e com excelente potencial para ser compartilhada aqui. Vamos a ela.

Pizza doce de framboesas com ricota
Ingrendientes
– 1 pão árabe
– 4 clSP creme de ricota
– raspa de 1/2 laranja
– 2 clSP vinho branco
– 3 clSP açucar
– 1 xc framboesas frescas

Preparo
1. em um bowl coloque as framboesas, o vinho branco e 1 clSP do açucar e deixe macerando;
2. após 15 min, escorra o líquido das framboesas transferindo-o para outro bownl onde deve ser totalmente incorporado ao creme de ricota, às raspas de laranja e a outra clSP de açucar;
3. misture bem até formar uma pasta homogênea e não muito líquida, para que não escorra do pão;
4. espalhe bem a mistura de ricota por toda a extensão do pão árabe e distribua por cima todas as framboesas;
5. polvilhe o restante do açucar e leve ao forno bem quente (pré-aquecido a 220ºC), diretamente na grade do forno para conseguir uma consistência crocante na massa, até que as bordas do pão comecem a escurecer (cuidado para não queimar);
6. retire do forno, corte em 4 fatias e atacaaaar!

Toque de Aprendiz:
Não tinha a mão no momento, mas certamente se tivesse, o complemento perfeito, ao invés da última polvilhada de açucar seria uma boa clSP de raspas de chocolate branco, para ir por cima das framboesas. 

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